Letras

 

Escrever é o maior dos meus vícios, um “ópio” sem o qual não posso ficar. É o ar que respiro, é a razão do amanhã. Não saberia existir se não soubesse ou pudesse escrever. É através da escrita que dou vazão aos pensamentos, às ideias, aos sentimentos, à indignação, às contestações, às concordâncias, às rimas, à alma, ao coração. Escrevendo consigo transformar em letras e palavras o que vejo, sinto e penso.

Essa intimidade com a escrita me fez uma pessoa cada vez mais atenta aos detalhes da vida, do cotidiano. Em tudo encontro uma razão para escrever, para destilar o pensamento.

Muitas vezes deixo de escrever porque o físico, depois de horas seguidas entre palavras e ideias, já não responde ao comando do cérebro. Mas não desisto. Apenas mudo a forma de escrever. Com o tempo aprendi, se é que esse é o verbo adequado, a escrever na mente. É o que faço enquanto durmo. Ao acordar transfiro ao computador tudo o que registrei durante o sono.

Se pudesse fazer um pedido a algum portador de uma lâmpada maravilhosa, pediria para o dia não ter fim. Só assim conseguiria escrever sem parar.

Certa vez , amigos me perguntaram qual era o meu sonho, o meu maior desejo como jornalista. De pronto respondi que Deus foi extremamente generoso comigo, muito além do que merecia, por isso não poderia ambicionar qualquer coisa.

Escrever é uma dádiva, ter quem leia é o maior de todos os presentes. E a generosidade do Criador foi dupla, pois afinal escrevo o que muitos querem ler. Profissionalmente não há binômio mais exato e prazeroso.

Neste espaço publicarei artigos e crônicas que mais tocaram a minha alma. Escrever é uma forma de criação. E quem cria normalmente desgosta da própria obra na sequência. Isso acontece comigo. Releio o que escrevi e percebo que poderia ter me superado. Publicado, deixo como está.

Mesmo assim, alguns textos conseguem mexer com o meu íntimo depois de muito tempo. Por isso quero compartilhar cada um desses textos com vocês.

 

Clique sobre os títulos dos artigos e crônicas (ordem cronológica)

 

Freddie Mercury e Renan Calheiros

 

A morte é um espetáculo midiático

 

Ética, quanto custa e para quê?

 

Mentiras, até quando?

 

Quando a esquizofrenia cede lugar à verdade

 

Tapete curto, sujeira de sobra

 

Nada para lembrar, muito para se preocupar

 

Messias, a economia nacional e a marolinha

 

A dor humana pouco ou nada vale

 

Estatísticas utópicas, sandices futebolísticas e ufanismo patriótico

 

A Lei da Ficha Limpa e os necessários pingos nos is

 

Odete Roitman perdeu o reinado para Muammar Khaddafi

 

Retrato de gigante

 

De frequentador da zona a crítico dos juros altos, José Alencar está a caminho da canonização

 

A tragédia de Realengo, as sandices das autoridades em um hospício chamado Brasil

 

Beijo milionário dá sobrevida à farsa da realeza britância e para um planeta de sonhadores

 

Bin Laden, Eliza Samudio, a incoerência ianque e o ultraje da fé

 

Os inimigos a ofendem com largueza, mas minha mãe é um exemplo que guardo com cuidado

 

Seleção brasileira: torço contra e daí?

 

Do que uma bunda é capaz?

 

Feliz Dia do João pra você também!

 

11 de setembro: o prefácio e o posfácio

 

Morte de Al-Khaddafi faz Castro Alves sacolejar na tumba, mas democracia líbia ainda é uma incógnita

 

Machado de Assis, Orlando Silva e a peladona da Zona Sul

 

A balinha do retrovisor, o coco verde e o país de todos

 

UFC+BBB: sopa de letrinhas ou convite à degradação humana?

 

São Paulo, a minha mais completa tradução

 

Sem ouvir Sêneca, Whitney Houston foi vítima de overdose da própria história

 

De Villa-Lobos a Michel Teló, um Brasil que ignora o talento e cultiva o brega

 

Neymar: de enredo para Shakespeare a inspiração para Jorge Ben Jor

 

Juro: por Deus ou do banco?

 

Ética: sobrou na transmissão do triunfo do Corinthians, faltou no preâmbulo da vitória de Anderson Silva

 

Muda Brasil, antes que eu seja obrigado a fazer isso!

 

Quem canta seus males espanta, mas o legado de Lula exige um brado retumbante para sumir

 

O que separa a Rainha Elizabeth II de Dom Lula I?

 

Hebe tinha de sobra o que falta a muita gente

 

Lady Gaga e eu pensamos diferente ou ela não conhece o verdadeiro Brasil

 

Felipe Massa disse que é honesto. Quem perguntou?

 

Lula não é John Kennedy e Rosemary nem em sonho é Marilyn Monroe

 

Nunca gostei de Oscar Niemeyer e de sua obra. E daí?

 

Dilma Rousseff em versão para inglês ver

 

A tragédia de Connecticut e o que levou Adam Lanza a cometer a chacina

 

O erro cometido na Lei da Ficha Limpa e o acerto no julgamento do Mensalão do PT

 

A realidade da economia do Brasil e do mundo e os dribles para camuflar a mentira

 

Lula é vagabundo com todas as letras e definições, mas crê que seus desafetos são iguais a ele

 

O meu conceito de fidelidade, o michê mais caro do mundo e a traída mais endinheirada do planeta

 

De: Ucho Haddad - Para: Dilma Rousseff - Assunto: O Brasil está cansado de mentiras

 

Ode à terra natal

Novo espaço, um pouco de mim

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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