Músicas

 

Tina Arena dá vida nova a sucesso de BJ Thomas

Nascida em Melbourne, na Austrália, e filha de imigrantes italianos, Filippina Lydia Arena, ou simples e genialmente Tina Arena, é uma das mais belas vozes da música internacional. Cantora, compositora e atriz especializada em musicais, Tina Arena coleciona prêmios desde 1983 e já vendeu mais de 8 milhões de discos.

Tina estreou no mundo dos trinados aos sete anos, participando de programas da televisão australiana. Mas não demorou muito para essa ítalo-australiana conquistar o resto do planeta. Com residência fixa em Paris, onde vive com o marido e o filho, Tina Arena circula pelo mundo a cumprir sua agenda profissional. Além da cidade-luz, Arena aterrissa com frequência na Austrália, sua terra natal, no Reino Unido, Espanha e Itália.

Em 1999, Tina Arena participou de um eletrizante show de Donna Summer, no Hammerstein Ballroom (The Manhattan Center), em Nova York, casa de espetáculos que tem a elegância e a execelente acústica como marcas registradas. A partir dessa apresentação, em que fez duo na música “No More Tears (Enough is Enough)”, a carreira de Tina deu um salto impressionante.

O seu incontestável talento lhe rendeu momentos especiais na carreira. Ao lado de Marc Anthony, a australiana Tina Arena gravou a música-tema de “A Máscara do Zorro” e, em 2000, cantou a música “The Flame” na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos.

Mais recentemente, em 2007, Tina Arena gravou o álbum “Songs of Love & Loss”, com músicas originalmente gravadas nas décadas de 60 e 70. Em 2008 a cantora gravou a segunda edição do álbum, “Songs of Love & Loss 2”.

Entre as músicas que constam do precioso projeto “ Songs of Love & Loss” está “Oh Me, Oh My”, que alcançou as paradas de sucesso na voz marcante de BJ Thomas.

 

 

 

 

Sharon Jones, alma renovada na soul music

Ex-carcereira, Sharon Jones nasceu no estado norte-americano da Geórgia, em maio de 1956, mas ainda criança mudou-se para Nova York, onde começou a cantar em igrejas, trajetória seguida por parte dos grandes nomes da música da terra do Tio Sam. Durante a adolescência ela atuou como “backing vocal” de grupos de funk e disco. Desde então a cantora passou a nutrir paixão pela soul music, gênero que tão bem combina com sua voz potente.

Atualmente com 54 anos, a admirável Sharon Jones tornou-se mais conhecida no mundo da música depois de um empurrãozinho de Amy Winehouse. Na companhia de seu produtor, Amy foi a Nova York para contratar os “Dap-Kings”, a banda de Jones, que acabaram participando do disco "Back to Black" da polêmica, competente e saudosa cantora inglesa.

Em "Let Them Knock", que você confere abaixo, Sharon Jones e os “Dap-Kings” mostram que resgatar a pureza pretérita da soul music foi uma decisão acertada.

 

 

 

 

Americana Stacey Kent empresta charme francês a Águas de Março

Stacey Kent é dona de uma das vozes mais doces, delicadas e cativantes do jazz moderno. Sua capacidade de misturar jazz com bossa nova, música francesa, pop e standards do cancioneiro mundial deu a ela grande prestígio entre os fãs de música e a crítica especializada. Entre seus fãs, a moça tem celebridades do porte de Clint Eastwood e Steven Tyler (do grupo de hard rock Aerosmith).

A cantora nasceu em New Jersey, nos Estados Unidos, em 27 de março de 1968. Sua paixão pela música e também por conhecer outras culturas a levou a se graduar em música em Londres e também a estudar francês, italiano e alemão, além de literatura comparada.

Não demorou que ela começasse a fazer shows nos bares londrinos, entre os quais o badalado Ronnie Scott’s Jazz. Em 1997, lançou seu primeiro álbum, Close Your Eyes, com ótima repercussão. Nos anos seguintes, foi se firmando como uma intérprete refinada, segura, de voz delicada e com predileção por cool jazz, bossa nova e música francesa, entre outros gêneros.

O bom gosto ao escolher repertório e a produção sempre detalhista e caprichada a cargo do arranjador, produtor e músico (além de seu marido) Jim Tomlinson ajudaram-na a cativar a crítica especializada, e lhe renderam indicações ao Grammy e também dois troféus do BBC Jazz Awards (em 2001 e 2002) e um do British Jazz Awards (2001), só para citar alguns.

Em 2007, a gata de cabelos curtos foi contratada por um dos mais prestigiados selos de jazz do mundo, o Blue Note, pelo qual lançou naquele ano Breakfast On The Morning Tram, que vendeu mais de 300 mil cópias, sendo quase metade delas na França.

Esse carinho do público da França, aliadoà sua paixão pelo idioma daquele país, inspirou-a a gravar seu mais recente álbum, Raconte-moi... (diga-me, em português), só com canções em francês de autores como Henry Salvador e Georges Moustaki. A surpresa é “Les Eaux de Mars”, que nada mais é do que uma versão em francês de “Águas de Março”, de Tom Jobim.

 

 

 

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